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Mostrando las entradas con la etiqueta Geography

A SALA DE AULA ENQUANTO ESPAÇO DE DISPUTAS | Tatiane Karine Matos da Silva e Uilmer Rodrigues Xavier da Cruz

Este trabalho tem por objetivo discutir e aproximar a prática do docente designado com a prática do estágio supervisionado, refletindo, assim, sobre a experiência da autora Tatiane Karine Matos Silva e do coautor Uilmer Rodrigues Xavier da Cruz. A autora traz para o debate sua experiência de estágio, realizada no ano de 2013, no Colégio Estadual Antônio Maximiliano Ceretta, Ensino Fundamental e Médio, localizado no Município de Marechal Cândido Rondon, Paraná, e Uilmer discute sua vivência em sala de aula, na Escola Estadual Laura das Chagas Ferreira (MG), no ano de 2019. Nesse contexto, nossa reflexão se delimita às realidades experimentadas nesses dois espaços escolares. Nossa hipótese é a de que, por vezes, as experiências de professores efetivos, designados e estagiários são tratadas de forma dissociadas. Logo, queremos demonstrar o quanto tais práticas e disciplinas se aproximam. Para isso, refletiremos sobre os materiais produzidos por alunos(as) que vivenciam os cotidianos escol...

CONHECIMENTOS METODOLÓGICOS CURRICULARES DO ENSINO DE GEOGRAFIA | Uilmer Rodrigues Xavier da Cruz

Este material aborda os fundamentos e as práticas do ensino de Geografia, articulando conhecimentos metodológicos e curriculares essenciais à formação docente. Ao longo dos capítulos, são discutidas as dimensões epistemológicas da disciplina e as abordagens pedagógicas que favorecem uma compreensão crítica do espaço geográfico. A obra destaca a importância da cartografia como linguagem, o caráter polissêmico da escala e a integração entre o espaço vivido pelos alunos e o conhecimento científico. Mais do que um manual, propõe-se como guia teórico e prático para professores e estudantes, incentivando a reflexão e o debate sobre o ensino da Geografia. Cada capítulo busca apresentar conteúdos de forma clara e acessível, facilitando a aplicação das metodologias propostas. O objetivo central é contribuir para a qualificação da prática docente, promovendo o pensamento crítico, a cidadania e o reconhecimento das diferentes realidades socioespaciais. Palavras-chave: Conhecimentos Metodológicos...

REFLEXÕES INICIAIS SOBRE O USO DA DIDÁTICA FÍLMICA NO ENSINO DA GEOGRAFIA PARA ESTUDANTES DO ESPECTRO AUTISTA: relacionando bibliografias disponíveis | Michelly Lorranne Benicio de Carvalho Belcavello e Geovana Sampaio Batista

O presente trabalho, tem como objetivo compreender como o uso da linguagem fílmica na geografia auxilia no processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Tendo em vista as variáveis características do transtorno, é preciso realizar adaptações para que o ensino ocorra de maneira acessível e inclusiva. Dentre as características supracitadas destaca-se os hiperfocos, estudantes com TEA que apresentam hiperfocos podem demonstrar resistência em estudar assuntos que não se relacionam com seus interesses específicos. No entanto, os educadores podem se valer das particularidades apresentadas por tais estudantes como elemento atrativo, com o propósito de lhes despertar interesse por meio de objetos ou temáticas que lhes chamem atenção. Através de uma análise bibliográfica qualitativa, busca-se entender como as ferramentas audiovisuais podem ser positivas para efetivar uma aprendizagem significativa, e buscar na teoria de Henri Wallon a afetividade como importante i...

A REAFIRMAÇÃO DO BAIRRO NA GEOGRAFIA DO SÉCULO XXI: o “Bairro-Vivência” de crianças moradoras do Dom Bosco em Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil | Carla Cristiane Nunes Nascimento e Júlio César Suzuki

A partir da análise das vivências de crianças moradoras do bairro Dom Bosco em Juiz de Fora, Minas Gerais, reafirmamos o bairro como categoria válida, forte e potencial para a Geografia no contexto do século XXI, quando as relações humanas mostram-se mais fluidas e, dessa forma, como um entrave para a vida de bairro. Salientamos a importância histórica do conceito no bojo das ciências humanas, em especial da Geografia, e chegamos, juntamente com desenhos e falas de crianças, ao conceito de Bairro-Vivência, que, em linhas gerais, ultrapassa o bairro ofertado e demarcado administrativamente, o que abarca, sobretudo, o bairro apropriado pelas crianças. Utilizamo-nos, para propor tal conceito, a unidade de análise, cunhada por Vigotski, de perejivanie (vivência). Perejivanie diz da unidade criança/meio, que, dialeticamente, se formam e se transformam. Palavras-chave: Bairro; Geografia; Crianças; Bairro Dom Bosco; Juiz de Fora; Bairro-Vivência. Abstract Starting from the practices of child...

MÁS ALLÁ DE LA GEOGRAFÍA CRÍTICA: amplitud, concreción y actualidad de la lectura espacial de Milton Santos en términos de forma, función, estructura y proceso | Niedjha Lucienne Abdalla-Santos y Nathan Belcavello de Oliveira

La producción intelectual de Milton Santos, sintetizada en sus últimos años de vida (1996-2001), representa una de las más ricas contribuciones contemporáneas para la integración de la Geografía con otras áreas del saber. Aunque más ubicado entre los geógrafos que se atribuyen notables características racionales, el desplegar de su producción intelectual al largo del tiempo hace trasparecer que hay pocas fronteras en la evolución del pensamiento miltoniano, que no fija con una u otra perspectiva. El artículo propone una interpretación ampliada de la lectura espacial de Santos, buscando llevarla más allá de la Geografía Crítica. Aquí, el razonamiento es ejercitado en términos de forma, función, estructura y proceso, categorías de análisis consideradas indispensables a la comprensión de su visión del espacio como “un conjunto indisoluble, solidario y también contradictorio, de sistemas de objetos y sistemas de acciones” (SANTOS, 2000, p. 54). Entremezcla análisis técnicos con ejemplos in...

ESPAÇO E REPRESENTAÇÃO: percepção do espaço | Écio Elvis Pisetta e João Marçal Bodê de Moraes

Já não estamos desde sempre percebendo o espaço em que nos encontramos? De certa forma. Mas isso não significa que tenhamos clareza sobre esta experiência e sobre a noção de espacialidade que lhe corresponde. Não podemos esquecer os preconceitos práticos e teóricos que já sempre invadiram nossas pesquisas. Neste sentido, a época moderna, tendo como ponto de partida a descoberta da “subjetividade”, nos ensinou a desconsiderar o mundo perceptivo em prol de uma compreensão do espaço e do ser humano como absolutos. Veremos o porquê disso. Mas os avanços científicos a partir da segunda metade do século XIX questionaram radicalmente esta segurança absoluta, reabilitando a experiência sensível (e finita) e a percepção do espaço. O que antes era secundário voltou – segundo o enfoque de muitos pesquisadores – para o centro das grandes discussões teóricas, a saber, o mundo percebido ou mundo da vida. Abordaremos, então: a compreensão de espaço que predominou na modernidade e que ainda nos influe...

ESPAÇO E HABITAÇÃO: considerações a partir da filosofia heideggeriana | Ecio Elvis Pisetta

O texto é o modesto e provisório resultado de um diálogo entre a geografia e a filosofia. Seu conteúdo possui o modo do ensaio pretendendo ser lido e discutido por um público interdisciplinar. Assim, como o espaço-mundo se torna acessível ao ser humano? Primariamente, nem como uma “coisa” dotada de propriedades tais como largura, altura e profundidade, nem como algo exterior que possa conter outro corpo, nem como algo interior ou subjetivo que possa ser projetado, nem como algo que se torna exclusivamente visível a partir de algum sistema de quantificação. Tomaremos como ponto de partida as discussões expostas pela fenomenologia, especialmente a do filósofo alemão Martin Heidegger. Sua interpretação existencial do espaço, apresentada principalmente na obra Ser e tempo (1927), responde e opõem-se à interpretação moderna e cartesiana do espaço como res extensa, onde o mesmo é visto como dotado de propriedades simplesmente dadas. Para o filósofo não é na extensio , na extensão, que d...

CENTRO HUMBOLDT: 17 años, 14 Encuentros | Omar Horacio Gejo

El presente artículo realiza un rápido repaso al desarrollo del Centro Humboldt a lo largo de sus casi dos décadas de vida. A tal efecto, se vale de dos dimensiones: la estrictamente conceptual y la política. Para ello utiliza como principal elemento organizador al conjunto de los Encuentros Humboldt, analizando su evolución, su recorrido, en el contexto del programa de estudios que es la matriz misma del Centro Humboldt.  Este programa ha implicado una toma de posición materialista frente a la ideología por excelencia del imperialismo de estos años, la globalización, la que ha constituido un verdadero manifiesto antigeográfico, y a la que el Centro Humboldt se ha dedicado con ahínco a combatir en todas sus manifestaciones, a la para que reivindicaba la vigencia de la Geografía. Palabras clave: Centro Humboldt; Encuentro Humboldt; Geografía; Globalización; Imperialismo. Abstract This article presents a quick review to the development of the Humboldt Centre throughout their nearly ...